Comida saudável onde quer que eu vá!

Depois de acompanhar on line na noite de ontem o triunfo de Gabriel Medina em Teahupo e sentir o gosto pela primeira vez  de ver um brasileiro campeão mundial com homologação da Associação de Surfistas Profissionais.

É fácil notar que o estilo de vida empregado pelo competidor e sua família tem relação com a grandiosa conquista em cima do americano Kelly Slater que nada mais nada menos é considerado a lenda viva do mundo do surfe.

Nesse sentido, perceber que Medina viaja muito para cumprir seu brilhante papel como profissional no surfe, faz-me refletir sobre a importância que a alimentação tem no preparo para alcançar um satisfatório desenvolvimento no esporte.

Traduzindo essa correria para vidas de pessoas “normais” como a gente, peguei-me rodando no minimo 1300km para cumprir minha vocação como educador. Em meio ao Sertão e o Brejo paraibano, passo quatro dias da semana. O trabalho começa no inicio da noite do domingo indo em direção a capital do Sertão, a cidade de Patos.

Assim como Medina, guardadas as devidas proporções, por onde quer que eu vá, estou preocupado com meu surfe, por está razão, escolhi, não por acaso, o Centenário Café como o lugar ideal para realização das refeições.

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Alem disso esse Restaurante é referência na região no que toca a questão da gastronomia, pois, o cardápio seguindo tendencia mundial, é composto de ingredientes orgânicos, o que  valoriza o estilo de vida e a saúde de seus clientes.

O Centenário Café tem outros atrativos, alem da comida de qualidade ideal para quem pratica esporte, o som ao vivo chama atenção fazendo com que a melodia combine com os pratos liberados pelo grande Chef Centenário.

Por outro lado, durante as surftrips, geralmente quando o destino o é o Distrito da Pipa no sul do Rio Grande do Norte, a culinária é internacional mas na maioria das idas não troco a praia e um peixe assado na brasa acompanhado de batata doce a La Fernanda.

Outro programa que adoro fazer é,  depois do surfe, tocar violão com amigos, certamente a bagagem aumenta, para quem precisaria levar somente a prancha e a mochila do surfe, agora têm violão, gaitas e o peixe que tem que comprar em ponto secreto das ruas da Pipa, contudo, vale muito a pena, só de ver a familia surfe reunida, alimentada com qualidade e voltar com músicas próprias feitas para casa, João Pessoa, fico feliz.

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O importante nesse história é a escolha do que e onde comer, primeiro pelo fato da saudável qualidade de vida está intimamente relacionada  com o que ingerimos. Segundo pelo fato de está na estrada não é sinônimo de comer mal e sim de escolher errado.

Certamente, indico à Medina o peixe na praia da Pipa e a salada Centenária quando um dia ele estiver no Sertão.

Bem, vou ficando por aqui, colocando energia positiva para que tudo continue correndo super bem no mesmo sentido das noticias que vêem do Tahiti na Polinésia Francesa. Medina vai que é teu o titulo, surfa muito leke!!

Fiquem com Deus!

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Colaboradores do Blog do Naná: Centenário Café| Revista OPOP MAG| Minasoutlet

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